segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Biografia de Machado de Assis


Joaquim Maria Machado de Assis, nasce do no Rio de Janeiro a 21 de junho de 1839 e morre a 29 de Setembro de 1908. Começa a vida como sacristão, aprendendo a ler e escrever com um padre. É obrigado a trabalha desde infância como aprendiz de tipógrafo e mais tarde como revisor, torna-se depois ajudante de direção do Diário Oficial. Em 1873, entra para o ministério da agricultura, onde trabalha até a aposentadoria, poucos anos antes de sua morte. Machado de Assis descendente de uma família humilde, aprendeu por si mesmo com seu próprio esforço, viveu numa época em que o Brasil estava sob regime monárquico escravocrata, na época D. Pedro II era imperador do país. Cultivou quase todos os gêneros literários, mas destacou-se coo ficcionista. Inicia sua fase realista, demonstrando um estilo perfeito, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). Esse romance apareceu inicialmente em folhetins, na Revista Brasileira do Rio de Janeiro, 1880; sendo que essa obra é considerada como marco inicial do realismo brasileiro. Machado de Assis, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (1897), na qual foi aclamado seu primeiro presidente até a sua morte. A obra poética de Machado de Assis divide-se me duas fases: a romântica (que sofre forte influência de Gonçalves Dias) e a mais próxima ao Parnasianismo (com temas semelhantes ao de Raimundo Correia). A prosa machadiana divide em: 1ª fase (romances com características românticas) e a 2ª fase (com características realistas).

Principais Obras:

1ª Fase

Romances

Ressurreição

A mão e luva

Helena

Iaiá Garcia

Contos

Contos Fluminenses

Histórias da meia-noite

Poesias

Crisálidas

Falenas

Americanas

2ª Fase

Romances

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Quincas Borba

Dom Casmurro

Esaú e Jacó

Contos

Várias Histórias

Páginas recolhidas

Relíquias da casa velha

Poesias Ocidentais

Teatro

Hoje avental, amanhã luva

Desencantos O caminho da Porta

Quase ministro

Os deuses de casaca

Uma ode de Anacreonte

Tu, só tu, puro amor

Não consultes médico

Póstumas

Contos recolhidos

Contos esparsos

Histórias sem data

Contos avulsos

Contos esquecidos

Contos e crônicas

Crônicas de hélio

Novas relíquias

A semana

Crítica teatral

Crítica literária

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